Já não sei quem sou!
Identidade escondida por rua esquecida vagueando ao luar, promessa perdida inventada em mentira e contada devagar.
Silêncio profundo no fim do mundo de um dia qualquer, olhos fechados e pele macia no corpo de uma mulher.
Segredo guardado num passado acordado em tom de maldade, passos pequenos em tempos serenos sem ter vontade.
Sorriso cansado de um velho sentado no banco do jardim, olhando em volta sentindo a revolta a vida passa por mim.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
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